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10 de maio de 2026

Vida CLT

 “Vida CLT”

(Intro)

Yeah…

Brasil, correria diária…

Despertador tocando cedo, sonho ficando pra trás…

(Verso 1)

Cinco da manhã, o relógio já chama,

Levanta cansado, mas mantém a chama,

Ônibus lotado, olhar perdido no vidro,

Mais um guerreiro tentando vencer o perigo.

Carteira assinada, mas o bolso vazio,

Salário cai e já some num fio,

Aluguel, mercado, conta pra pagar,

No fim do mês sempre falta pra respirar.

Chefe cobrando meta toda hora,

Enquanto a vida passa lá fora,

Sorriso no rosto pra esconder pressão,

CLT virou sinônimo de prisão.

(Pré-refrão)

Mas ele segue firme, não deixa cair,

Mesmo sem motivo ainda tenta sorrir,

Porque a família depende do seu suor,

E desistir agora seria pior.

(Refrão)

Vida de trabalhador nesse Brasil sofrido,

Corre o mês inteiro pra viver dividido,

Entre o sonho e a conta chegando na mão,

CLT na luta buscando evolução.

Vida de trabalhador sem tempo pra parar,

Dorme cansado e acorda pra lutar,

Na esperança de um dia melhorar,

E ter paz sem precisar se matar.

(Verso 2)

Vale-refeição mal dá pro almoço,

Transporte caro, peso no pescoço,

Fim de semana é só pra descansar,

Porque segunda cedo vai recomeçar.

INSS desconta, imposto também,

Trabalha igual louco e nunca tá bem,

Patrão fala “vista a camisa da empresa”,

Mas não conhece a dor que existe na mesa.

Mesmo assim o cara mantém dignidade,

Carrega no peito força e verdade,

É o povo simples movendo a nação,

Com fé, humildade e disposição.

(Ponte)

E quando a noite cai, ele pensa em vencer,

Dar vida melhor pra quem ama e quer ver crescer,

Porque o sonho ainda vive no olhar,

Mesmo cansado ele continua a caminhar.

(Refrão Final)

Vida de trabalhador nesse Brasil sofrido,

Corre o mês inteiro pra viver dividido,

Entre o sonho e a conta chegando na mão,

CLT na luta buscando evolução…

Yeah…

A voz das ruas…

A voz de quem nunca para…

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Ponto e assinatura

 [Verse 1] Acordo cedo, olho o relógio O ônibus vem lotado, eu sigo o roteiro Crachá no peito, café ralo na caneca Chuva no vidro, bolso sem...